Our Fair Lady!
Mesmo após 20 anos de sua morte, Audrey Hepburn continua a inspirar as
gerações. Mesmo sendo dona de um rosto angelical, sangue aristocrático e ainda,
segundo ninguém menos que Givenchy, possui "os ombros lindos, a cintura
magra, os quadris estreitos e as pernas muito longas", Audrey se
transformou numa princesa de Hollywood com certo esforço.
Na infância lidou com a fome e a desnutrição. No final da Segunda
Guerra Mundial, sua família não tinha leite, ovos, eletricidade ou água
corrente, "se alimentavam de tulipas, pão de ervilha e alimentos mais ou
menos comestíveis", diz em entrevista à Agência Efe o escritor,
jornalista e editor Juan Tejero, autor de "Audrey Hepburn, una Princesa en
la Corte de Hollywood" (T&B Editores). Após a Guerra, apaixonada por
balé frequentou a prestigiada escola de
dança Marie Lambert. Mas sua professora foi categórica: ela era alta demais e
não tinha talento suficiente para tornar-se uma bailarina.
Para nossa sorte ela investiu na atuação e seu
primeiro papel de grande importância foi na Broadway com a peça "Gigi". A peça em si não obteve críticas
animadoras, mas foi suficiente para lançar Audrey nos holofotes da fama.
No início da carreira, fez
comédias românticas como "A Princesa e o Pebleu" e "Sabrina",
mas também diversificou com o dramático "Guerra e Paz", a atriz
demonstrou que era capaz de fazer papéis dramáticos.
O estilo de Audrey foi e é imitado. A atriz inovou com o cabelo
curto, com sua magreza, suas calças corsários e os sapatos de salto alto. "Sabia
olhar-se no espelho e amava a delicadeza. Seu estilo foi imitado por centenas
de jovens. Enfeitiçou o mundo inteiro vestida por Givenchy", diz Juan Tejero.
Alguns filmes:
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| Sabrina(1954) |
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| Guerra e Paz (1956) |
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| Cinderela em Paris (1957) |
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| Bonequinha de Luxo (1961) |
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| A Princesa e o Plebeu (1953) |
“O segredo da minha lucidez é não acreditar em juventude eterna.”



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