quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


Our Fair Lady!

Mesmo após 20 anos de sua morte, Audrey Hepburn continua a inspirar as gerações. Mesmo sendo dona de um rosto angelical, sangue aristocrático e ainda, segundo ninguém menos que Givenchy, possui "os ombros lindos, a cintura magra, os quadris estreitos e as pernas muito longas", Audrey se transformou numa princesa de Hollywood com certo esforço.

Na infância lidou com a fome e a desnutrição. No final da Segunda Guerra Mundial, sua família não tinha leite, ovos, eletricidade ou água corrente, "se alimentavam de tulipas, pão de ervilha e alimentos mais ou menos comestíveis", diz em entrevista à Agência Efe o escritor, jornalista e editor Juan Tejero, autor de "Audrey Hepburn, una Princesa en la Corte de Hollywood" (T&B Editores). Após a Guerra, apaixonada por balé frequentou a prestigiada escola de dança Marie Lambert. Mas sua professora foi categórica: ela era alta demais e não tinha talento suficiente para tornar-se uma bailarina.

Para nossa sorte ela investiu na atuação e seu primeiro papel de grande importância foi na Broadway com a peça "Gigi". A peça em si não obteve críticas animadoras, mas foi suficiente para lançar Audrey nos holofotes da fama.

No início da carreira, fez comédias românticas como "A Princesa e o Pebleu" e "Sabrina", mas também diversificou com o dramático "Guerra e Paz", a atriz demonstrou que era capaz de fazer papéis dramáticos.

O estilo de Audrey foi e é imitado. A atriz inovou com o cabelo curto, com sua magreza, suas calças corsários e os sapatos de salto alto. "Sabia olhar-se no espelho e amava a delicadeza. Seu estilo foi imitado por centenas de jovens. Enfeitiçou o mundo inteiro vestida por Givenchy", diz Juan Tejero.

Alguns filmes:

Sabrina(1954)

Guerra e Paz (1956)

Cinderela em Paris (1957)

Bonequinha de Luxo (1961)

A Princesa e o Plebeu (1953)





















































“O segredo da minha lucidez é não acreditar em juventude eterna.”



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